Se você já passou do estágio introdutório e quer estudar economia com a mesma base usada em universidades do mundo inteiro, esses são os três nomes que aparecem com mais frequência nas bibliografias: Gregory Mankiw, Paul Samuelson e Paul Krugman.
Comparativo
| Autor | N. Gregory Mankiw |
| Editora | Bookman, 10ª edição (2025) |
| Páginas | 896 |
| Formato | Capa comum |
Prós
- Manual mais adotado hoje em cursos de graduação
- Edição de 2025, exemplos bem atualizados
- Linguagem direta, considerada a mais didática dos três
Contras
- Livro grande e pesado (quase 2kg), pouco portátil
| Autor | Paul A. Samuelson |
| Editora | AMGH, 19ª edição |
| Páginas | 672 |
| Formato | Capa comum |
Prós
- Escrito pelo primeiro Nobel de economia americano
- Referência histórica de como a disciplina virou ciência
Contras
- Edição de 2012 — menos atualizado que os outros dois
- Leitura mais densa que a de Mankiw
| Autor | Paul Krugman e Robin Wells |
| Editora | GEN Atlas, 6ª edição (2023) |
| Páginas | 1088 |
| Formato | Capa comum |
Prós
- Escrito por prêmio Nobel, com leitura ligada à conjuntura atual
- Melhor cobertura de comércio e crises internacionais dos três
Contras
- O mais longo e caro dos três (1088 páginas)
Qual escolher primeiro
Pra concurso ou faculdade, Mankiw costuma ser o mais indicado hoje em dia. Samuelson entrega contexto histórico que os outros dois não têm. Krugman é melhor pra quem quer economia com um pé na conjuntura internacional atual.
Conclusão
Os três não competem entre si — se complementam. Quem quer densidade de repertório acaba lendo os três ao longo do tempo.
Este conteúdo tem caráter informativo e educativo. Não constitui recomendação de investimento ou aconselhamento financeiro individual.


