“FHC, o neoliberal, sofre de amnésia, fala muito e não diz nada”. Esse é o título do texto do jornalista Davis Sena Filho, publicado em seu blog Palavra Livre e reproduzido pelo site Brasil 247, nesse domingo (4/8/13). Davis diz que “FHC é exemplo de cidadão e político coxinha. Ele foi criado nos gabinetes das academias e nos salões das mansões dos ricos, bem como nos palácios e palacetes que desde cedo sempre deu o seu ar da graça”.
   
O jornalista faz um comparativo entre os governos PSDB e PT nos campos social, econômico e político, e conclui que “o governo tucano foi um retumbante fracasso, porque seus números econômicos e sociais são ridículos e não refletem, por exemplo, a arrogância, a prepotência, a vaidade e a total falta de discernimento de Fernando Henrique Cardoso”. Um dos desastres citados por ele se deu no início do segundo mandato do tucano. “Em janeiro de 1999, desastrada maxidesvalorização do real o elevou de R$ 1,12 para R$ 2,17 em apenas uma semana. O governo privatista FHC se esgotou em 15 dias após a sua posse. Os três anos seguintes foram de extrema letargia, baixo crescimento e os dinheiros das grandes privatizações foram consumidos no imenso déficit das contas públicas”.
   
Por outro lado, o legado de Lula a Dilma é extenso. Além do excelente ano de 2010, com um crescimento vigoroso de 7,5%, e com todos os indicadores econômicos em alta, o Brasil contabilizou: 14 milhões de novos empregos e taxa de desemprego mais baixa da história; classe média aumentou em 24 milhões de pessoas; 32 milhões de pessoas saíram da linha da miséria; classe C tem mais poder de consumo que A+B juntas. Classe D emergindo e entrando firme no mercado; salário mínimo foi de US$ 65 para R$ 295 e quebrou a versão de que se aumentasse salário a Previdência e as empresas iriam a falência; Brasil é 3º país  no ranking de investimentos mundiais; Petrobras realiza a maior capitalização da América Latina por uma empresa, algo em torno de US$ 25 bilhões de dólares, além de o Pré-Sal virar realidade; contas públicas em ordem; diminuição da carga tributária de 36,1% para 33,58% do PIB em plena crise; Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016, abrindo ampla perspectiva de investimentos, obras e empregos.
   
Davis citou, ainda, escândalos da Era FHC que nunca foram julgados: Conivência com a corrupção; O escândalo do Sivam; A farra do Proer; Caixa dois de campanhas; Propina na privatização; A emenda da reeleição; Grampos telefônicos; Os ralos do DNER; Biopirataria oficial; Rombo transamazônico na Sudam; Os desvios na Sudene; Calote no Fundef; Abuso de Mps; Desmatamento na Amazônia; Arapongagem; O esquema do FAT; Mudanças na CLT; Obras irregulares; Explosão da dívida pública; Verbas do BNDES; Crescimento pífio do PIB; Racionamento de energia; Assalto ao bolso do consumidor; Explosão da violência; Subserviência internacional; Renda em queda e desemprego em alta; Relações perigosas; Violação aos direitos humanos; Intervenção na Previ; Barbeiragens do Banco Central entre outros.

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